A Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE), criada para a arrecadação do ICMS em operações interestaduais, tem se tornado um dos principais gargalos da logística nacional. A falta de padronização entre os estados e o processo manual para geração e pagamento da GNRE provocam atrasos significativos nas entregas, impactando diretamente o nível de serviço (SLA) das transportadoras e a satisfação dos clientes, especialmente no comércio eletrônico.
Segundo dados do Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS), atrasos em entregas causados por falhas em processos fiscais, como a GNRE, podem representar até 15% do total de ocorrências nas operações interestaduais.
Ewerton Caburon, CEO da Emiteaí, especialista em tecnologia logística, explica que não é só o imposto que trava as entregas, mas a gestão defasada e manual da GNRE. "Muitas transportadoras ainda dependem de processos manuais e planilhas para emitir e pagar essa guia, o que gera erros, caminhões parados e horas extras para resolver problemas que poderiam ser evitados. Enquanto isso, concorrentes que investem em automação operam com maior eficiência e velocidade", diz.
Os impactos da má gestão da GNRE são sentidos em toda a cadeia logística: caminhões retidos em postos fiscais, aumento de diárias e custos operacionais, reentregas e, consequentemente, clientes insatisfeitos.
"Automatizar a gestão da GNRE é fundamental para eliminar esses gargalos. Sistemas integrados que geram, pagam e monitoram a GNRE conforme as regras específicas de cada estado reduzem drasticamente os erros e aumentam a agilidade na entrega," explica Caburon.
A Emiteaí, referência em soluções logísticas, tem auxiliado empresas a reduzir em até 90% os erros relacionados à GNRE, proporcionando entregas mais rápidas e SLA melhorado, o que se traduz em vantagem competitiva no mercado cada vez mais exigente do e-commerce.

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